Territórios e memórias indígenas

/Felipe Zmuda Rangel

 

O material é uma atividade interativa online, desenvolvida no Estágio de Docência em História – Educação Patrimonial com artefatos do acervo do Museu Arqueológico do Rio Grande do Sul. O objetivo da atividade é convidar o (a) visitante a refletir sobre as histórias dos territórios e as dinâmicas de suas ocupações. Para isso, ele (a) interage com uma ponta de projétil de material lítico da Tradição Umbu e uma Urna Funerária Guarani explorando suas utilidades, suas produções e as histórias dos grupos que os produziram. Propõem-se, também, uma reflexão sobre como as histórias das ocupações dos territórios se constroem sobre diferentes pontos de vista, sendo esses locais de ocupação histórica de diversas populações. Na atividade, estuda-se o caso da ocupação histórica Guarani na região de Porto Alegre e sua luta por reconhecimento desse passado.

 

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Territórios e memórias Indígenas  

 

Para saber mais: 

DIAS, A. Sistemas de Assentamento e Estilo Tecnológico: uma proposta interpretativa para a ocupação pré-colonial do alto vale do rio dos Sinos. 401 f. Tese (Doutorado em Arqueologia) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003.

DIAS, J. Arqueologia no médio vale do rio do Sinos e vale do rio Paranhana: o processo de ocupação pelos grupos ceramistas das tradições taquara e tupi-guarani, 209 f. Tese (Doutorado em Arqueologia) – UNISINOS, São Leopoldo. 2015.

PROUS, A. Arqueologia Brasileira. Brasília: Editora da UNB, 1992.

SOUZA, J. Territórios e povos originários (Des)velados na metrópole de Porto Alegre. In: FREITAS, A. E. C.; FAGUNDES, L. F. C. Povos Indígenas na Bacia Hidrográfica do Lago Guaíba. Porto Alegre: PMPA/ Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança Urbana, 2008.p. 14-24.

 

Peça Lítica
Foto: Antônio Soares (MARSUL)

 

#paracegover Em um fundo escuro temos a imagem de uma ponta de projétil feito de material lítico amarronzado. Ela é pontiaguda e carrega na sua superfície diversas marcas de seu lascamento.